Seis vereadores faltam e sessão semanal que debateria municipalização do Hospital de Caaporã é adiada

Dos 11 vereadores do município de Caaporã, apenas 5 compareceram a única sessão da semana. Ou seja, a maioria não apareceu e por falta de quórum a Casa Legislativa não realizou a sessão que debateria e apreciaria um projeto de municipalização do Hospital e Maternidade Ana Virgínia, no intuito de solucionar em definitivo a situação do Hospital que estava fechado há seis meses e só foi reaberto para atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), graças a intervenção da Prefeitura Municipal que através de ordem judicial conquistou a administração hospitalar da unidade que era gerida por uma entidade filantrópica.

Seis vereadores faltam e sessão semanal que debateria municipalização do Hospital de Caaporã é adiada

Dos 11 vereadores do município de Caaporã, apenas 5 compareceram a única sessão da semana. Ou seja, a maioria não apareceu e por falta de quórum a Casa Legislativa não realizou a sessão que debateria e apreciaria um projeto de municipalização do Hospital e Maternidade Ana Virgínia, no intuito de solucionar em definitivo a situação do Hospital que estava fechado há seis meses e só foi reaberto para atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), graças a intervenção da Prefeitura Municipal que através de ordem judicial conquistou a administração hospitalar da unidade que era gerida por uma entidade filantrópica.

O sumiço dos seis vereadores causou revolta na população que através das redes sociais repudiaram a atitude dos parlamentares. O Portal do Litoral apurou o que os vereadores faltosos da base aliada do prefeito estavam fazendo, por exemplo: o vereador  Biu de Zezé passou por um procedimento médico e comunicou ausência, Irmão Fred estava com a esposa em uma consulta médica na Capital, Toninho do Frigorifico comunicou que se encontrava na cidade de Timbaúba, em Pernambuco, o Irmão da Farmácia não justificou sua ausência.

Já o vereador de oposição Oto Mariano informou que teve um imprevisto de última hora. A justificativa do vereador Filipão não foi informada ao Portal.

Presentes estavam apenas os vereadores Aremilson Chaves, Silvio Romero, Paulo Sá, Dorival Almeida e Alvinho.

Muitos moradores da cidade se mobilizaram em frente a Câmara Municipal na expectativa que os representantes do povo ouvissem o clamor da população, e através da votação de um Projeto de Lei oficializassem em definitivo a revogação da doação do Hospital para a entidade filantrópica e transfira a administração à Prefeitura Municipal que há quatro dias reabriu o local e vem mantendo os serviços de urgência e emergência. Porém, há uma disputa judicial e isso pode prejudicar mais uma vez o atendimento se não houver um posicionamento da Câmara.

O Projeto de Lei que devolve a administração hospitalar para o município foi protocolado na tarde desta terça-feira (10) e é de autoria do vereador Silvio Romero. O parlamentar solicita que os vereadores votem a municipalização do Hospital e Maternidade Ana Virginia, após a revogação da doação autorizada pela própria Câmara Municipal, através de outro projeto de Lei votado no plenário da Casa Legislativa, tendo em vista que a entidade vinculada à Associação de Proteção a Maternidade e Assistência a Infância de Caaporã não consegue mais manter os atendimentos e fechou as portas do hospital prejudicando o povo caaporense, mesmo com a Prefeitura Municipal tendo o interesse em manter o convênio.

“Apresentei o projeto e espero que nossos pares entendam a necessidade de manter a administração do Hospital e Maternidade com a Prefeitura de Caaporã, que ao reabrir as portas para atendimento ao público vem prestando excelentes serviços”, disse o vereador Silvio Romero.

Mesmo pertencendo oficialmente a uma entidade filantrópica, a gestão do Hospital Ana Virgínia tem em seu corpo diretor o irmão do ex-prefeito de Caaporã, Doutor João Batista Soares que mesmo sendo médico deixou a população carente sem atendimento no local.

Fonte: Portal do Litoral